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Reconhecimento facial em escolas e a LGPD

O que a lei pede para dados de crianças, quais perguntas fazer antes de instalar um leitor e como o Inoutchi trata o facial como um recurso opcional.

Importante: este texto é informativo e geral. Não substitui o regimento da escola, uma decisão judicial nem a orientação de um advogado. Cada caso pode ter regras diferentes.

Por que o facial pede mais cuidado

O rosto é um dado biométrico. Pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei 13.709/2018), dado biométrico é dado pessoal sensível, e o tratamento de dados de crianças e adolescentes segue o artigo 14, que exige o melhor interesse da criança e consentimento específico de pelo menos um dos pais ou responsável legal. Por isso, o facial não deve ser a primeira opção por conveniência.

Perguntas que a escola deve responder antes de instalar

Como o Inoutchi trata o reconhecimento facial

Opcional

A escola decide se usa. Quem não tem leitor usa o Inoutchi só com o celular.

Cadastro manual

Os rostos são cadastrados no equipamento e no software da escola, na matrícula. Nunca pelo app.

Só identifica e registra

O leitor reconhece o responsável; o Inoutchi recebe o evento e aplica as regras da escola. O leitor externo só solicita a saída: nunca confirma a entrega.

Exclusão

Ao excluir a conta, o vínculo do rosto é desativado e os dados pessoais são anonimizados.

Dados da escola

A escola é a controladora; o Inoutchi opera conforme as instruções dela.

Uma finalidade só

Os dados servem à rotina escolar e à segurança. Sem publicidade e sem venda.

Hoje a integração é com leitores faciais Hikvision compatíveis. No ponto externo de chegada (o drive-thru), o responsável faz o checkin facial e o aluno é chamado na sala. Veja também a política de privacidade completa.

Boas práticas, resumidas

Perguntas frequentes sobre reconhecimento facial e LGPD

Reconhecimento facial em escola é permitido?

Não há uma proibição geral, mas é tratamento de dado biométrico, que a LGPD classifica como dado pessoal sensível e pede justificativa, necessidade e cuidado redobrado. Em se tratando de crianças, o cuidado é maior ainda. A decisão deve ser da escola, com orientação jurídica.

É obrigatório usar o reconhecimento facial no Inoutchi?

Não. O facial é opcional. A escola que não tem leitor usa o Inoutchi só com o celular dos responsáveis e as TVs das salas.

O Inoutchi cadastra o rosto das pessoas pelo app?

Não. O cadastro dos rostos é feito manualmente, no equipamento e no software do leitor da escola, no ato da matrícula. Nunca pelo app ou pelo celular.

O que o Inoutchi recebe do leitor?

O evento de reconhecimento: quem o leitor identificou (pelo vínculo cadastrado) e quando. Com isso o sistema registra a entrada ou a solicitação de saída, conforme as regras da escola.

O que acontece com o vínculo do rosto quando o responsável sai?

Ao excluir a conta, o vínculo de rosto no leitor é desativado e os dados pessoais são anonimizados. Remover o rosto do próprio aparelho é um passo operacional da escola.

As famílias precisam saber?

Sim. A família deve ser informada, de forma clara, no ato da matrícula, sobre o que é coletado, para que serve e como pode pedir a exclusão. A LGPD exige consentimento específico de pelo menos um dos pais para dados de crianças.

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Veja o Inoutchi funcionando na rotina da sua escola: o responsável chama o aluno pelo app, a sala recebe na TV e cada retirada fica registrada.